Albérico tenta barrar reforma da Praça Antônio Jorge e acumula seis derrotas na Justiça

A reforma da Praça Antônio Jorge, em São José do Egito, se transformou em um verdadeiro campo de batalha política por conta da inquietação e do inconformismo do vereador Albérico Tiago. Desde o anúncio oficial da parceria público-privada entre a Prefeitura e o Grupo Pajeú, o parlamentar passou a agir de forma insistente para tentar barrar a obra, numa ofensiva que já resultou em seis derrotas consecutivas na Justiça.

Albérico tenta, desde o primeiro momento, sustentar a tese de que a parceria seria irregular. No entanto, seu entendimento não encontra eco no Judiciário. Todos os pedidos de liminar apresentados para suspender a reforma da praça foram categoricamente negados, inclusive em instâncias superiores, após recursos levados a desembargadores do Estado.

Mesmo diante das decisões judiciais reiteradas, o vereador segue insistindo. A postura tem sido marcada por discursos inflamados na tribuna, movimentações nos bastidores e novas tentativas de judicialização, numa clara demonstração de inconformismo com o andamento de uma obra que já conta com respaldo legal.

O movimento liderado por Albérico não é isolado. Ele conta com o apoio político dos vereadores Beto de Marreco, Fernanda Jucá, Damião de Carminha e Adelildo, que também vêm se posicionando contra a reforma da Praça Antônio Jorge e atuando junto ao colega para tentar deslegitimar a parceria firmada pela Prefeitura.

Ainda assim, o grupo acumula derrotas. Além das decisões judiciais que negaram todas as liminares, inclusive há uma negativa também do Ministério Público afirmando – o que enfraquece ainda mais o discurso do vereador contrário à obra.

A Praça Antônio Jorge, antiga pista de cooper construída há 33 anos, finalmente passa por uma requalificação estruturante, com investimento superior a R$ 1,1 milhão. O projeto prevê a reforma completa do espaço, alargamento de rua lateral, criação de estacionamentos e melhorias diretas na mobilidade urbana de uma das áreas mais movimentadas da cidade, especialmente no entorno da feira livre.

Como contrapartida, a Prefeitura cedeu 10 metros de uma área ociosa da praça para que o Grupo Pajeú amplie e modernize seu supermercado, garantindo um estacionamento amplo e organizado, beneficiando comerciantes, consumidores e a população em geral.

Diante de tantos fatos, cresce nos bastidores políticos e na opinião pública o questionamento: por que tanta insistência em barrar uma obra de interesse coletivo, mesmo após seis negativas da Justiça e um parecer favorável do Ministério Público?

Enquanto Albérico e o grupo de vereadores aliados seguem tentando criar obstáculos, a reforma avança, amparada pela legalidade, pelo interesse público e pela necessidade urgente de requalificação urbana de São José do Egito.