Ex-prefeito de Flores foi um dos nomes que percorreram Pernambuco defendendo a governadora e pode chegar à Assembleia Legislativa a partir de 2027, caso deputados estaduais sejam convocados para integrar o primeiro escalão do Governo do Estado.
Uma eventual reforma no secretariado da governadora Raquel Lyra (PSD), prevista para o início de 2027, poderá abrir caminho para que Marconi Santana, primeiro suplente do partido, assuma uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). A possibilidade ganha relevância política, sobretudo para o Sertão do Pajeú, região onde o ex-prefeito de Flores construiu sua trajetória e mantém atuação política.
Marconi Santana foi um dos nomes que estiveram na linha de frente da mobilização política em torno de Raquel Lyra, levando o nome da governadora a diferentes regiões de Pernambuco, com destaque para o Sertão do Pajeú. Sua participação no processo de fortalecimento político da gestora estadual coloca seu nome em evidência diante de uma possível reorganização da equipe de governo.
A chegada de Marconi à Alepe representaria a possibilidade de ampliar a voz do Pajeú no Legislativo estadual. A região tem demandas históricas nas áreas de infraestrutura, saúde, educação, abastecimento de água, geração de empregos e desenvolvimento econômico. A presença de uma liderança com experiência administrativa municipal e conhecimento da realidade sertaneja poderia contribuir para levar essas pautas ao centro das discussões estaduais.
Reforma no secretariado pode abrir espaço para Marconi
A eventual convocação de deputados estaduais da base governista para assumir secretarias ou outras funções no Executivo poderá provocar mudanças na composição da Alepe, abrindo espaço para que suplentes sejam chamados a exercer mandato.
É nesse cenário que aparece o nome de Marconi Santana. Como primeiro suplente do PSD, ele poderá assumir uma cadeira caso um parlamentar da legenda seja convocado para integrar o primeiro escalão do Governo de Pernambuco e a substituição siga os procedimentos legais.
A possível mudança ainda depende de decisões da governadora e de definições políticas e administrativas que, até o momento, não estão oficialmente confirmadas.
Experiência municipal e articulação política
Ex-prefeito de Flores, Marconi Santana construiu sua trajetória na administração pública municipal e na articulação política regional. Ao longo dos anos, seu nome ganhou espaço no cenário político pernambucano, especialmente no Sertão do Pajeú, onde mantém vínculos com lideranças e municípios da região.
Durante a caminhada política de Raquel Lyra pelo estado, Marconi esteve entre as lideranças que trabalharam para ampliar a presença e a articulação do projeto político da governadora. Essa atuação é um dos elementos que colocam seu nome em evidência diante da possibilidade de mudanças no secretariado estadual.
Caso venha a assumir uma cadeira na Alepe, Marconi terá a oportunidade de transformar essa experiência política em atuação parlamentar, acompanhando projetos, debatendo prioridades e buscando investimentos para os municípios do interior.
O que o Pajeú pode ganhar com essa possibilidade?
Para o Sertão do Pajeú, a perspectiva de contar com Marconi Santana na Assembleia Legislativa abre espaço para o debate sobre a representatividade regional e a defesa de pautas importantes para o desenvolvimento do interior.
Entre as prioridades estão a melhoria das estradas, a ampliação dos serviços de saúde, o fortalecimento da educação pública, a segurança hídrica e a criação de oportunidades de trabalho e renda.
A região precisa manter suas demandas em evidência diante do Governo do Estado e do Legislativo pernambucano. Nesse contexto, a eventual chegada de Marconi à Alepe poderá representar mais um canal de interlocução entre os municípios sertanejos e as instâncias estaduais de decisão.
Além da representatividade regional, a possível mudança também colocaria em evidência a relação política construída entre Marconi Santana e Raquel Lyra, especialmente após a participação do ex-prefeito na mobilização em torno do projeto da governadora em diferentes regiões de Pernambuco.
Expectativa para 2027
Por enquanto, não há confirmação oficial de uma reforma no secretariado nem de uma convocação de deputados estaduais para assumir cargos no Executivo. A possibilidade de Marconi Santana chegar à Alepe permanece condicionada às decisões que poderão ser tomadas pelo Governo do Estado a partir do início de 2027.
Se o cenário se concretizar, o Sertão do Pajeú poderá acompanhar a chegada de uma liderança regional ao Legislativo estadual, com a expectativa de que as demandas do interior continuem presentes nas discussões sobre os rumos de Pernambuco.
A eventual posse de Marconi Santana será, portanto, um desdobramento a ser acompanhado de perto pela política pernambucana, especialmente pelos municípios do Pajeú, que têm interesse direto na ampliação do diálogo e da representação regional junto ao Governo do Estado e à Assembleia Legislativa.


